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Uma questão recorrente em relação a cursos semipresenciais ou à distância (especialmente estes últimos) é o (suposto) alto índice de desistência. Os alunos – como pouco encontram ou não encontram o professor/formador – ficam mais “à vontade” para sumirem do curso. E por que isso acontece? Difícil responder. 

Talvez a resposta mais sensata seja um conjunto de respostas:

  • o aluno acha que um curso semipresencial ou à distância equivale a um curso “vago” e/ou mais fácil
  • o aluno acha que vai conseguir incluir na sua agenda pessoal as atividades do curso e não consegue
  • a interação à distância não lhe dá a sensação de pertencer a um grupo e ele não gosta de se sentir “isolado”
  • o aluno não conta com infra-estrutura adequada para participar do curso
  • o aluno tem dificuldades relacionadas ao uso do computador
  • o curso não corresponde às expectativas do aluno
  • etc etc etc
E, finalmente, o aluno está enfrentando algum problema que impede a sua permanência no curso
 
De fato, não conseguimos saber, ao certo, quais são os motivos, já que a maior parte dos alunos sai do curso “à francesa”... 
 
Bem, e o que se pode fazer? Uma medida é acompanhar sistematicamente a (não) participação do aluno no ambiente e “chamá-lo” de volta. O apoio do professor/formador nesse período é muito importante. E como fazer isso? 
 
Enviamos mensagens pessoais – para não constranger os alunos – e informamos que a sua participação não tem sido condizente com a proposta do curso e que gostaríamos de saber como podemos ajudá-lo para que ele permaneça no curso com um bom rendimento. 
 
Segue um pequeno exemplo:
 
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